Um blogue de emoções misturadas com palavras.

Alegria, tristeza, fé, amor, paixão, ódio, raiva, desprezo, ciúme, desilusão, perdão... Aqui, partilho, sem filtros, o mundo que somos dentro das palavras.

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Quem escreve os seus males espanta

A Humanidade está a vivenciar um momento inédito. O momento em que algo exterior a nós, invisível, pequeno, mas tão mais forte, nos obriga a parar. Há quem diga que nada será como antes. Não acredito. Ou melhor, algumas coisas … Ler mais

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O verdadeiro poder da escrita

No meu mundo das palavras, da escrita e dos livros tenho tido o privilégio de conhecer pessoas fantásticas. Jovens leitores, leitores mais maduros, aspirantes a escritores, escritores em início de carreira (categoria na qual, humildemente, me incluo) escritores consagrados e … Ler mais

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E tudo começa com o Verbo

O “ofício da escrita”, como simpaticamente se refere João Tordo no seu novo livro, Manual de sobrevivência de um escritor, à atividade de quem escreve para viver, exige mais do que se possa imaginar. Quem vive das palavras, e para … Ler mais

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A que sabe um novo ano?

Ano novo, novas promessas. 366 dias de renovadas oportunidades. De novas esperanças. Há novos caminhos, novas soluções em qualquer momento da nossa vida, mas algo de mágico acontece quando mudamos o calendário. É a virgindade do início; o poder de … Ler mais

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O poder do nó

Prisão fora… Ou dentro de ti? Amarras que confinam, O infinito em si. Nó que corrói. Nó que ata. Mata. Negrume de alma. Queixume que sobrevive, Aos salpicos do luto. Por dentro e por fora. Prisão. A força do nó. … Ler mais

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Segunda-feira

Não sei se sou só eu, mas tenho um grave problema com as segundas-feiras. Em cada nova segunda-feira, sinto que tenho a oportunidade de recomeçar, de fazer tudo melhor e diferente na semana que começa. Um sentimento que dura pouco. … Ler mais

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Tu e eu

Chamo-me Simão e tenho dez anos. Nasci a vinte e cinco de dezembro, numa madrugada de inverno, com um frio descomunal, na casa da minha avó, em Bragança. Não me recordo dessa frieza invernal, mas é assim que a minha … Ler mais

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Desassossego

Acreditava solenemente que o monstro da luxúria tinha já me abandonado. Longe ficava o tempo das noites preenchidas no dessossego da busca incessante pela paixão. Não fui de ninguém. Fui de todos os que me quiseram. Acima de tudo, fui … Ler mais

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Elevador

Tocava-me à campainha, todos os dias. Um sorriso jovial, pelas dez da manhã, suavizava-me o nervosismo e eu, retribuía com um caloroso “obrigada e bom trabalho!”, fechando a porta, gentilmente. Era o meu primeiro emprego, e aquele ritual matinal proporcionava-me … Ler mais

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